"Querida mãe, querido pai, não sei mais conviver com as pessoas. Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em solidão. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como “eu gosto de você”."
"Alguns meses antes de eu ir para a reabilitação, eu fiz uma festa de aniversário e tinha umas duzentas pessoas lá. A festa estava cheia de pessoas que eu considerava meus melhores amigos. Quando eu finalmente liguei meu celular depois de ficar no centro de tratamento por três meses, eu esperava encontrar várias mensagens e ligações. Eu só recebi quatro mensagens. Isso foi tipo um alerta para mim. Eu tive sérios problemas em confiar nas pessoas, mas tento não ficar decepcionada."